Kit Janeiro/2022

Kit Janeiro/2022

Postado em:
Blog - Kit do mês
- 04/01/2022 19:58:05

Feliz Ano Novo! Vamos aos queijos do mês!

1. OURO DAS GERAIS (MG) – Queijo de leite cru de jacas Jersey. Maturação média de 40 dias. Casca fina amarelada. Massa compacta, semi macia, podendo apresentar pequenas olhaduras. Untuoso. Medalha de prata do Mundial do Queijo do Brasil 2019.
Lá de Minas, da cidade de Uberlândia, microrregião do Triângulo Mineiro, vem o Ouro das Gerais. Walquíria e Gilmar dedicam-se à produção de queijos exclusivos de leite cru de gado Jersey, que apresenta um excelente teor de gordura. As condições naturais da fazenda e o processo de maturação completam o cenário deste representante mineiro ainda pouco conhecido e que apresenta sabores autênticos e sutis.

2. JUÁ (MG) – Queijo de leite cru de vaca, maturação média de 50 dias. Sabor intenso com notas de cogumelos frescos pela presença do mofo, leve picância e acidez características do terroir do Serro. Casca rústica tomada por mofos naturais e massa semi macia.
Produzido pela 5ª geração da família Costa, na fazenda frutuoso Limoeiro, na cidade de Alvorada de Minas. Da clássica microrregião queijeira do Serro, a receita deste queijo foi trazida para o Brasil no século XVIII por portugueses que vieram da região da Ilha dos açores. Em Minas, a técnica foi adaptada e o queijo da microrregião do Serro, mais úmido e ácido, ganhou seu próprio terroir.

3. PINGO DE AMOR (MG) - Queijo de leite cru de vaca, maturação média de 40 dias. Casca com mofos naturais da fazenda de sabor intenso, massa semi cremosa de sabor picante.
Lucilha tem a cultura queijeira no sangue, aos 8 anos já ajudava a mãe na produção e já sabia fazer a ordenha das vacas de forma manual. Muito apegada à roça, ela teve dificuldades de se adaptar à vida na cidade. Voltou para roça e se dedicou a aprender todos os detalhes da produção dos queijos, ajudando na fazenda dos pais. Aos vinte anos Lucilha se casou com André e tiveram sua primeira filha, a Luiza. No começo, eles ainda não criavam gado, mas a paixão de Lucilha pelo queijo foi crescendo e em 2012 eles começaram a se programar para começar a produção na fazenda do casal, em São Roque de Minas. “O André se associou à Aprocan e construímos o curral, começamos a produzir queijos na mesma época que Marina, minha segunda filha, nasceu”, conta Lucilha. Hoje a produção é reconhecida e premiada em todo o país. Grande parte da fazenda ainda é de campo nativo, numa altitude acima de 1150 metros e solo bastante arenoso. O terreno é cercado por pequenas matas nascentes de águas cristalinas.

4. JARAU (RS) – Cidade de Uruguaiana. Queijo de leite cru de vaca, massa semi cozida. Infusão do chá de Guaviroba (planta nativa do sul) no leite antes da coagulação. Notas sutis herbais no aroma e no sabor, baixa acidez e fundo doce.
Canto Queijaria -  Paulo e Mari já rodaram bastante por aí antes de se dedicarem aos queijos. Moraram em cidades grandes e até no exterior. Aí veio a tal “crise existencial”. Paulo explica: “Juntos começamos a questionar muitas coisas e repensar quase tudo sobre a nossa vida pessoal e profissional. Foi então que decidimos passar um período sabático em Nova Iorque. E foi lá, numa das cidades mais cosmopolitas do mundo, que estalou em mim a importância do campo, do alimento, da origem da nossa comida”. Resolveram retornar às origens da família do Paulo, em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Eles já tinham história com a lida das vacas e do leite. A consequência dessa mudança foi a fundação da Canto Queijaria em 2019 com propostas bem autênticas.

5. CAROTA (MG) – Queijo de leite de cabra, inspirado no Gouda holândes. Fina casca alaranjada, massa fechada de fundo doce. Seu nome é uma homenagem à cidade de São Gotardo, capital nacional da cenoura.
O Carota é o nosso representante do mês dos queijos caprinos e vem da queijaria Minas Cabra, em São Gotardo, no cerrado mineiro. A história da queijaria começa 20 atrás com o Sr. Luiz, um apaixonado por esses animais. Depois de rodar vários lugares do Brasil para estudar o tema, montou sua estrutura com a raça Saanen (aquelas bem branquinhas). Iniciou com a produção do leite, já que sua filha tinha alergia ao leite de vaca. Comercializava cabras pelo país e ensinava aos produtores sobre o manejo. Em troca, começou a aprender a produção do queijo e a família construiu sua própria queijaria. Há dois anos Sr. Luiz faleceu e coube à esposa, Joana, e ao filho Daniel dar prosseguimento a essa história de amor. Fizeram cursos e amizades com outros produtores até chegarem num portfólio de excelência com o terroir do cerrado mineiro!

Boa degustação!!

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