Kit Junho/2022

Kit Junho/2022

Postado em:
Blog - Kit do mês
- 27/06/2022 16:12:21

Olá, assinantes, vamos aos queijos do mês:

MARIA FUMAÇA (MG) – Queijo de leite cru de vaca. Maturação de 1 ano. Casca com mofos e ácaros naturais da fazenda. Massa cozida, consistência dura e granulada. Possui sabor intenso amadeirado/amendoado, com notas picantes. A família tem tradição leiteira há quatro gerações. Era tanto leite que o casal Eduardo e Marisol, desde 2003, já faziam uns queijinhos para família e amigos. Quando veio a greve dos caminhoneiros, em 2018, não havia como escoar o leite e muitos produtores da região tiveram que jogar fora milhares de litros. Eles não, a produção foi toda transformada em queijo. Foi o empurrão que precisavam para o novo negócio. Hoje a fazenda produz cada vez mais queijo e vende cada vez menos o leite.

CELERO (MG) – Queijo de leite cru de vaca. Maturação de 30 dias. Casca levemente rugosa, com pontos e manchas de mofos naturais da queijaria, principalmente P. Roqueforti e massa semi macia. Notas amanteigadas e lácticas no sabor. Queijo de perfil suave e com personalidade.  Alessandro cuida das vacas e do leite, Daniele é a responsável pela queijaria Celeiro do Leite e os filhos Alexandre e Arthur cuidam das vendas e da parte produtiva. Tudo isso sob as bênçãos da matriarca, Dona Pilar. Começaram com a lida do leite há 35 anos e, a partir de 2018, se dedicaram também aos queijos. Consequência da greve dos caminhoneiros que obrigou a família a buscar novas alternativas para dar saída ao leite produzido. Daniele se capacitou e iniciou a produção que hoje está consolidada com excelentes queijos de diferentes pontos de maturação.   

Q-VERTE (MG) – Queijo de leite cru de vaca. Maturação de 30 dias. Casca fina amarelada, massa fechada, semi cremosa. Perfil lácteo com acidez moderada e notas frutadas. Q-Verte é o primeiro queijo minas artesanal de leite cru de vaca com certificação orgânica! As irmãs Adriana e Andréa Prado construíram um sonho juntas.  Criaram uma propriedade agrícola sustentável, para demonstrar a todos que é possível ter um alimento de qualidade, produzido com consciência ambiental, garantia para o consumidor e que todos pudessem ter acesso. A concretização do sonho veio em 2017, quando Adriana e Andréa compraram a propriedade rural na região mineira do Campo das Vertentes, na cidade de Entre rios de Minas. A produção do queijo artesanal teve início em fevereiro de 2019, como laboratório. Assim como a busca pela capacitação para garantir o selo orgânico. O gado não pode consumir material geneticamente modificado. O milho oferecido às vacas é plantado na fazenda e a semente não é transgênica. A praga é combatida apenas com a capina sem veneno e sem uso do fogo. O capim é orgânico. Entre outros cuidados que garantem um delicioso e responsável queijo!

REQUINTE (MG) – Queijo de leite cru de cabra, 1 mês maturado em caverna e 3 meses em câmara fria.  Casca firme, massa fechada com notas características do leite de cabra. A história do capril Capriolês teve um início inusitado. Marcela, filha mais velha de Celia e Vinicius, tinha alergia forte ao leite de vaca. A opção então foi a busca pelo leite de cabra para a amamentação. Mas encontrar o leite de qualidade não era tarefa simples. Certo dia, angustiado pelo choro da filha, Vinicius foi até uma fazenda tentar comprar direto do produtor, que se negava a vender. Depois de muita insistência, saiu de lá não com o leite, mas com uma cabra que colocou no carro e levou para fazenda. Aprenderam sobre manejo, se especializaram e chegaram a ter 250 animais na fazenda, onde o foco era a produção leiteira que não só ajudou na questão da Marcela, como tornou-se um negócio que abastecia a região de Jundiaí. Depois disso a família começou a produção de queijos tipo frescal e Boursin e foram desenvolvendo outras receitas. Hoje investem também em queijos maturados e queijos de vaca.  

PAMPEANO (RS) – Queijo de leite cru de vaca, com maturação média de 60 dias. Casca lavada na salmoura, massa semi cremosa. Sabor marcante. Paulo e Mari já rodaram bastante por aí antes de se dedicarem aos queijos. Moraram em cidades grandes e até no exterior. Aí veio a tal “crise existencial”. Paulo explica: “Juntos começamos a questionar muitas coisas e repensar quase tudo sobre a nossa vida pessoal e profissional. Foi então que decidimos passar um período sabático em Nova Iorque. E foi lá, numa das cidades mais cosmopolitas do mundo, que estalou em mim a importância do campo, do alimento, da origem da nossa comida”. Foi então que resolveram retornar às origens da família do Paulo, em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Eles já tinham história com a lida das vacas e do leite. A consequência dessa mudança foi a fundação da Canto Queijaria em 2019 com propostas bem autênticas.
 

Conservação:

Manter na geladeira (parte menos fria), envolto em filme plástico ou papel manteiga. Retirar da geladeira e da embalagem ao menos meia hora antes de degustar. Para manter a umidade, também é possível armazenar em potes plásticos. Importante abrir o pote a cada 2 dias para circulação do ar.

BOA DEGUSTAÇÃO!

 

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